junho 18, 2010

considerações sobre merrick mayfair e lamentações da minha vida mesmo.



É difícil saber até mesmo de onde começar pra falar de Merrick (ou Merrique, mais bonito assim :x), mais um daqueles livros que eu compro porque alguém diz que é muito bom e que eu preciso ler.
De fato, eu precisava desse livro mesmo quando não sabia de sua existência.

Depois de ouvir o conselho e sair à caça do livro, tê-lo nas mãos foi um momento surpreendente; primeiro porque fui comprar um livro cuja história eu não sabia, o único comentário que ouvi sobre foi a intensidade da perversidade de Claudia e segundo que pra mim, Merrick era um homem! Foi um espanto do caralho pegar o livro e ver uma mulher levemente parecida comigo na capa... admito que isso foi um diferencial pra que eu comprasse o livro. Me senti na obrigação de desvendar a história daquela mulher, ver até onde iria sua bruxaria, seu erotismo... é, Merrick é uma bruxa *-* e mesmo ainda estando na metade do livro, tudo gira em torno dela de forma que quem lê se sente um pouco Merrick também, me identifiquei muito com ela e o post aqui é só por isso. O fardo e as "dores" de Merrick são meus amigos íntimos, ela é o que eu queria ser se eu pudesse ter sido inventada. Estranho e complexo.


Ainda não cheguei ao final do livro, então talvez até lá eu mude de ideia sobre a narrativa lenta e sem emoções. De qualquer forma, Merrick Mayfair precisa ser lembrada assim como eu precisava desse livro pra completar mais um pedaço de espaço vazio em mim.

Queria chorar muito agora, e falar coisas tristes pra ver se essa dor sai de mim. Mas do mesmo jeito que o sentimento por ele não se manda, a dor também não. E sabe qual é o pior de tudo!? Imaginar que uma hora isso vai mudar...ele nem se importa.
Isso nunca vai mudar, quem tem de mudar sou eu. E torço todos os dias pra que eu seja corajosa o suficiente pra chutar o pau da barraca de novo e começar "do zero".

É isso, boa noite.

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