outubro 02, 2010

Noite alta, céu risonho 
A quietude é quase um sonho  
O luar cai sobre a mata 
Qual uma chuva de prata  
De raríssimo esplendor  
Só tu dormes, não escutas 
O teu cantor  
Revelando a lua airosa  
A história dolorosa  
Deste amor  Lua, manda a tua luz prateada 
Despertar a minha amada  
Quero matar meus desejos  
Sufocá-la com os meus beijos  
Canto e a mulher que eu amo tanto  
Não escuta, está dormindo  
Canto e por fim  
Nem a lua tem pena de mim  
Pois ao ver que quem te chama sou eu  
Entre a neblina se escondeu  
Lá o alto a lua esquiva 
Está no céu tão pensativa  
As estrelas tão serenas 
Qual dilúvio de falena  
Andam tontas ao luar  
Todo astral ficou silente  
Para escutar  
O teu nome entre as endeixas  
As dolorosas queixas ao luar. 

Demais pra uma pessoa só. 
E essas músicas vão se acumulando, e acumulando, assim como a saudade no meu peito...
Será que um dia isso vai mudar?

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