John Mayer e seu efeito constante de me trazer uma alegria imensa e partir meu coração em mil pedacinhos.
O ano não foi dos melhores mas correu como se fosse vento. Não dá pra acreditar que cheguei em Dezembro viva e sem arrancar tantos cabelos como em épocas tão tensas da minha vida quanto. Hoje em dia eu só me limito a ficar nervosa, descontar no mundo todo e chorar no meu cantinho, sabendo que um dia toda a minha sorte vai virar, como já virou outras vezes. Um dia se está por baixo e no outro não, né?! Não tenho a paciência necessária mas sou obrigada a esperar, dia após dia, talvez até assistindo a vida passar como já fiz muito. Mas de uma coisa tenho certeza: aquela hora, aquele dia, o que eu esperar, o que quer que seja... vai chegar. Nem que seja pra eu ver que não queria nada daquilo e virar as costas com um sorriso (já fiz muito também).
Esse ano não vou escrever uma pseudocarta ao Papai Noel, mas vou deixar um pedido bem simples (e que um anjo me ouça): eu quero ser amada, mas muito amada. De todas as formas que houverem e de novo e de novo, tenho necessidade de viver assim. Quero sentir o amor em mim também, mais uma vez... com o vento batendo no rosto e zero preocupações. Quero tanta coisa que não ousaria dizer tudo aqui.
Na última aula da faculdade em que apareci, o último parágrafo do texto sobre cultura dizia que à Iemanjá não se pedia a cura da AIDS ou do câncer, mas se pedia um amante carinhoso na cama e fora dela (tenho certeza de que era mais ou menos isso). Lembrei de um filme que me mandaram assistir e decidi que esse ano ainda talvez eu vá jogar umas flores no mar ou fazer como eu fazia, sentar na beira da praia e deixar o mar ouvir os meus pensamentos...
Boa noite.
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