novembro 01, 2012

Um dia eu tive um professor de Matemática... no começo ele um inferno, depois se tornou bonito (isso mesmo, ele era um coroa lindo de viver *-*) e no final de tudo, acabou sendo aquele amigo de encontrar no mercado e abraçar com a maior intimidade do mundo.  Enquanto meu professor, guardei uma conversa que ele teve com a minha turma em que dizia que a gente ia se perdendo ao longo da vida... perdendo a pureza, a inocência e até as raízes.  Não que eu não fosse descobrir isso sozinha, só não imaginei que seria tão difícil  chegar em determinado momento da vida (tão cedo, por sinal) e não encontrar mais as coisas boas de outrora.  As amizades, a confiança cega, os sorrisos... hoje entendo bem o que ele quis dizer naquele dia: a vida vai moldando a gente, e pra pior.  Talvez seja por um instinto inexplicável que corri de tantas experiências, pra não me tornar uma pessoa pior, ou desse tipo de pessoa que me deixa revoltada hoje em dia.

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