Como a gente sabe quando não é? Como a gente sabe quando é?
Resposta no mínimo simples. Sabendo.
Embora de um lado eu tenha uma mãe me macumbando por ser intrometida, desrespeitosa e abusada, por outro lado eu não tenho problema algum. Não é encosto, não é olho grande e a última coisa de que eu preciso é um pai de santo ou de energia pesada se arrastando com seus fados e destinos do meu lado até eu ficar velha, cansada e com uma vidinha medíocre. O problema comigo é auto sabotagem.
Mesmo que eu só enxergue isso depois de muita teimosia e sofrimento.
Não é aquela vida, não são aqueles sonhos, não são aquelas pessoas. Não é nada daquilo.
Pode riscar tudo, jogar fora e recomeçar!
Como eu sei o que não é? Eu simplesmente sinto; e às vezes ouço. No final das contas, também vejo.
Se você se tornou um idiota que não consegue mais sorrir, é porque definitivamente não é.
Se você precisa fazer mais força do que dispõe por algum motivo, é porque você está no lugar errado, hora errada, fazendo a coisa errada. Há uma diferença enorme entre esforço e escravidão - escrava dos meus desejos é que eu não quero ser. Nem que eu espere muito e mais um pouco, o que é meu está perdido no vento e um dia esse vento vai ventar aqui :D
Enquanto isso, me deixa sonhar com o dia em que isso vai acontecer.
Nenhum comentário:
Postar um comentário